quarta-feira, 5 de setembro de 2012

História de uma Bicicleta.

Esta história começa a 60 anos atrás quando minha mãe ganha de presente sua primeira bicicleta, uma  suiça da fábrica Nymanbolagen AG, que importada pela empresa Prosdócimo , no Brasil recebia o nome de Hermes. As Bicicletas Prosdócimo suecas foram produzidas até 1955, quando a produção passou a ser feita no Brasil.
 
Joinville, sua cidade natal sempre foi conhecida como a "Cidade das Bicicletas". Naquele período todos os deslocamentos eram feitos assim. Eu me recordo de longos passeios sentado na cadeirinha adaptada no guidon.
 
 
 
Minha mãe Loretta (esquerda) e sua amiga Crista posando para a foto com as bicicletas! Para quem conhece Joinville esta é a rua Saguaçú com o morro Boa Vista ao fundo. Durante toda a minha infância e adolescência, minhas férias eram curtidas na minha cidade natal , onde longos passeios de biciletas eram realizados com a galera. Com a venda da casa onde meus avós moravam, a bicicleta,  ficou anos guardada na casa dos meus Tios. A que eu  meu Tio Agnelo  possuia, ainda está lá para ser resgatada (eu sou o primeiro da fila, né Tio?).
Sempre foi foi um desejo meu recuperar esta bicicleta. Então, neste verão coloquei o projeto em prática.  
Liguei para minha prima Mônica (Valeu prima!!!) e seu Marido Roland e avisei que em janeiro estaria indo buscá-la e que aproveitaria para comer um docinhos produzidos na empresa dos meus Tios e Primos. Quer confererir a qualidade acesse http://www.kivilledoces.com.br/ . Devido a uma  reforma na casa da minha Tia Maria,  meus Primos a estavam guardando na sua casa. Antes de voltar comprei pneus e câmaras novas , não sabia se encontraria em Porto Alegre. Além da Hermes também trouxe uma caloi monareta , que ganhei mais tarde e que também pretendo reformar, mas esta é outra história.  
 

 Vindo para Porto Alegre.
 

 Bem amarradinha!
 
 Desde que voltei a andar de bicicleta tenho usado os serviços da Cycle Sport ,que fica na Bento Gonçalves, 4129 Partenon - POA/RS Fone: 33362909
 
 Bons preços e excelente atendimento, fala com o Felipe.
 
 Saindo nova em folha! Optei por não refazer a pintura ainda , pois foi reformada uma vez na década de 70 e apesar de alguns pontos de ferrugem ainda está muito boa. Preciso recuperar alguns ítens, a redinha da roda traseira, usada para impedir que o vestido das donzelas  ficasse preso nos raios, o farol e o pezinho, mas pra isto tem tempo.
         
 
 
 
Sai da loja pedalando e fui direto para o passeio da massa crítica da última sexta 31de agosto, onde claro, foi um sucesso total com vários pedidos de fotos!!

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Democracia Americana???

 
Neste trecho do filme o Ditador descreve as maravilhas de se viver numa ditadura, qualquer semelhança com os EUA ou o Brasil não é mera coincidência.
 
Sinopse
A heróica história do General Aladeen (Sacha Baron Cohen), ditador da República de Wadiya, localizada no norte da África. Ele dedica sua vida inteira a garantir que a democracia jamais chegue ao seu país, enquanto ergue estátuas em sua homenagem e cria seus próprios Jogos Olímpicos. Quando a comunidade internacional suspeita que Wadiya está construindo uma arma nuclear, ele é intimado a se explicar na sede da Organização das Nações Unidas, nos Estados Unidos. Mas seu encontro com a democracia americana não se passa exatamente como ele esperava...

sábado, 4 de agosto de 2012

Artistas da minha Terra.

Vou começar por Fritz Allt, na minha infância minha mãe me levou ao seu atelier e aquelas imagens ficaram na minha cabeça!! As esculturas e  a natureza exuberante  compõe um cenário perfeito.O texto abaixo tirei do Jornal A Notícia de Joinville.


Na Joinville dos anos 20 aos 60, um escultor teve a ousadia de viver apenas de seu ofício. Em uma cidade ainda provinciana demais para comportar um artista plástico, Fritz Alt (1902-1968) viveu muito mal. Mas sua dedicação fez com que não espalhasse apenas dívidas pelo município. Ele deixou obras monumentais, em locais públicos, e outras reunidas em um museu que leva o seu nome. Desprovido de ambições materiais, tudo o que Fritz Alt queria era ser reconhecido. Só agora, quase 40 anos depois de sua morte, seu desejo se realiza: ele será destaque no “Dicionário da Escultura no Brasil”.
A obra ainda está sendo redigida pelo carioca José Roberto Teixeira Leite, um dos mais importantes críticos de arte do País. Autor de mais de 20 livros do gênero, o ex-diretor do Museu de Belas Artes do Rio nunca tinha ouvido falar no nome do escultor de Joinville, até que chegou em suas mãos o livro “Fritz Alt – a Vontade do Desejo”. Quem enviou o exemplar a José Roberto foi o autor da obra, Walter de Queiroz Guerreiro. “O dicionário do José Roberto será uma referência nacional, e divulgará a trajetória de Fritz Alt fora dos limites do Estado”, comemora Walter, diretor do Museu Fritz Alt.
Na opinião de José Roberto, que planeja publicar a obra em 2008, Fritz Alt foi um artista de peso. “Fico feliz por ter recebido o livro do Walter e tomar conhecimento de alguém tão talentoso. Sou crítico de arte há mais de 50 anos e ainda há muita gente para ser descoberta”, diz. O estudo de Walter Guerreiro, lançado em maio deste ano, já foi uma tentativa de resgatar o nome de Fritz Alt em sua própria cidade. Antes da obra de Walter (a primeira análise crítica da obra de Fritz Alt), só existia uma biografia sobre o artista, redigida pela historiadora Silvia Heinzelmann. O Museu Casa Fritz Alt, localizado na antiga residência do escultor, em Joinville, recebe um baixo número de visitantes.
As obras mais conhecidas de Fritz Alt estão localizadas em lugares públicos. Entre elas, o “Monumento ao Imigrante”, instalado em 1951 na Praça da Bandeira, em comemoração ao centenário de Joinville. O monumento mostra um imigrante, empunhando um machado, e um nativo, com uma espingarda. Na época da produção da escultura, Fritz comentou com um amigo: “O caboclo diz o seguinte para o imigrante alemão: a terra está aqui para ser usada, faça bom uso e seja bem-vindo, mas não esqueça de que estou armado”.
http://www.sctur.com.br/joinville/museu_fritz_alt.asp





                                                 Local onde armazenava  argila e  gesso.











Os dois vídeos abaixo, mostram um pouco da beleza do lugar, se tiver paciência,  assista!



   O segundo artista é Eli Heil que ainda vive em Floripa. Anos atrás assisti uma reportagem falando sobre ela, mas não guardei o nome na memória e fiquei anos tentando encontra-lá, felizmente quando visitei o museu do Fritz a responsável conhecia sua obra e me passou os contatos. Aproveite.

Eli Heil começou a pintar e a desenhar em 1962, após uma longa enfermidade que a deixou de cama durante cinco anos. Seu inseparável irmão, Rubens Diniz, lhe havia presenteado com um quadro pintado por um artista amigo. Eli, que jamais havia visto uma pintura em sua vida, responde num impulso incontrolável: “Mas isto eu também faço!”.

Daí seus primeiros “vômitos de criações”, como ela mesma caracteriza seu trabalho de artista, “O processo criativo e a técnica despejam-se de dentro de mim, como fios coloridos, prontos para serem executados. Não me interessa se estava certo ou errado, simplesmente vomitava (criações). Não parava mais, a ponto de ter visões...”.

Desde a primeira grande exposição no Museu de Arte Contemporânea de São Paulo – MAC – USP , em 1966, a artista expõe em Paris, França; Ibiza, Espanha; Amsterdã, Holanda; Copenhagen, Dinamarca e Oslo, Noruega. A partir de então, a artista autodidata passa a ser celebrada como uma verdadeira entidade artística.

Com orgulho, diz que não faz arte para vender, realizou uma série de treze grandes painéis para por à venda e arrecadar o dinheiro necessário para a construção das casas que são o abrigo do seu mundo.

O Mundo Ovo de Eli Heil, tem como emblema o grande pássaro colorido - “O Anjo Pássaro”, que numa de suas visões sobrevoou o seu telhado, batendo asas e fazendo um “barulho estrondoso”. Eli, então, compreende que o pássaro já existia em sua mente, desde 1963. Obra monumental, de mais de cinco metros de altura (o pássaro pousado sobre um grande ovo), em cimento armado, tendo como ajudante “um homem simples, que apenas fazia casas”. O pássaro tinha que ser feito como um retrato fiel àquele que estava em sua mente. Após o pássaro, Eli Heil realiza duas esculturas policrônicas, em cimento armado, coloridas, de mais de três metros de altura - “Adão” e “Eva”, que simbolizam a criação de seu mundo. São personagens que recepcionam os visitantes no portal de seu museu. E, numa alegria intensa, onde “as lágrimas são coloridas”, no estribilho de um canto, Eli oferece a todos o seu coração, seus sofrimentos, suas alegrias: “O Mundo Ovo foi feito para o povo! O Mundo Ovo foi feito pra ficar!”. E ficou mesmo “O Mundo Ovo de Eli Heil”, como patrimônio da humanidade.
www.eliheil.org.br/















Para visitar o altelier precisa marcar com a folha da Eli, fone:48 99592603 ou 48 32351076

domingo, 22 de julho de 2012

Jantar em Família!!! Ou assando as Anchovas!!

Este post mostra o que foi feito com as anchovas que meu irmão e eu pescamos no feriadão de junho. Foram preparadas na comemoração de aniversário da minha mãe e do cunhado do meu irmão, Maurício. Em forma de pirão e assadas fizeram a alegria do povo envolvido. Em 23/07/12.


                                                                  Os Pescadores!

                                           Vô Luis preparando os ingredientes para o pirão.



                                                     No fogão a lenha é bem melhor!


                                                                        Assadas.

                                                              Adriano , meu irmão!





                                                   O Maurício e minha mãe Loretta.

                                                           Irmãos Bacalhau!!!E a mamãe.


                                                            Minha filha , Sophia!!
                                                      Águeda e meu cunhado Juca.
Meu bem, Nara,  minha cunhada Cris e cia.

PEDALANDO NA MASSA CRÍTICA


            A Massa Crítica é uma celebração da bicicleta como meio de transporte que ocorre em mais de 300 cidades ao redor do mundo. Ela acontece quando dezenas, centenas ou milhares de ciclistas se reúnem para ocupar seu espaço nas ruas e criar um contraponto aos meios mais estabelecidos de transporte urbano.
Muitos dizem que a bicicleta no trânsito é quase que uma metáfora à fragilidade e impotência de um indivíduo frente à oposição violenta de governos, corporações e outros sistemas de repressão. A Massa Crítica então serve para nos mostrar que quando nos juntamos e apoiamos uns aos outros, podemos fazer frente à qualquer oposição.
Acontece sempre na útima sexta feira do mês.
Para saber mais:


                                             Concentração no Largo Zumbi dos Palmares.





                                                 Encerramento com festa de São João




Concentração no Largo Zumbi dos Palmares.


Em movimento, cruzando a Ipiranga.

Passando junto ao Inter "ditado"!!!!He,he,he

No túnel da Conceição!!!Imperdível.